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SELTRIVAInteligência para controle de produtos e redução de perdas

Gestão de Validade

Gestão de validade: o que precisa acontecer entre o produto chegar e o produto vencer

Controlar validade de produtos parece simples até a loja ter alguns milhares de itens ativos, múltiplos setores e mais de um turno de operadores. Nesse tamanho, planilha e caderno de anotação deixam de dar conta — não porque a ideia esteja errada, mas porque o volume de dado supera o que uma pessoa consegue revisar manualmente todo dia.

As três etapas de um controle de validade que funciona

1. Coleta. Alguém precisa registrar a data de validade de cada produto, e esse registro precisa ser rápido o suficiente para acontecer todo dia, em todo setor, sem virar uma tarefa que a equipe evita. No Seltriva, isso acontece pelo app do operador: leitura de código de barras ou digitação simples, funcionando mesmo sem internet — câmara fria e depósito nos fundos da loja raramente têm sinal bom.

2. Classificação por janela de risco. Depois de coletada, a validade sozinha não diz muito — o que importa é quanto tempo falta e o que isso significa em risco financeiro. Um produto a 20 dias do vencimento não pede a mesma urgência que um a 2 dias. O sistema separa por janelas (dias configuráveis de antecedência, incluindo o que já venceu) para que a equipe saiba exatamente onde olhar primeiro.

3. Ação com dono e prazo. Um alerta que não chega para alguém responsável, ou que chega sem contexto suficiente para decidir, não previne perda nenhuma — só documenta que ela ia acontecer. O gerente precisa ver os itens críticos da própria loja; o comprador precisa enxergar se está repondo demais de um produto que sempre sobra perto do vencimento.

O que fazer quando o produto entra na janela crítica

Identificar o risco é a metade do trabalho — a outra metade é decidir o que fazer com ele antes que vire perda total. Normalmente isso significa rebaixar o preço para acelerar a saída do produto, com aprovação de quem tem alçada para isso e rastreio de cada etapa (leia sobre rebaixa de produtos). Sem esse processo, a decisão fica solta — cada gerente resolve do seu jeito, sem histórico e sem comparação entre lojas.

Validade não cobre tudo

Produtos com validade impressa (embalados, industrializados, laticínios) seguem esse fluxo. Frutas, legumes e verduras não têm data de validade — eles deterioram, e o momento em que isso acontece não é previsível do mesmo jeito. Por isso a Seltriva trata FLV como uma categoria própria, não como uma adaptação forçada do controle de validade — veja como em perdas de FLV e hortifruti.

De uma loja a uma rede inteira

O mesmo princípio — coleta simples, classificação por janela, ação com dono e prazo — precisa escalar de uma loja de bairro até uma rede com dezenas de filiais, sem que a complexidade cresça na mesma proporção para quem está no chão de loja. O operador continua vendo só o que importa para ele: os produtos da sua seção, hoje. A diretoria vê o consolidado da rede inteira, comparando filiais, sem precisar pedir relatório para ninguém.

Veja o controle de validade funcionando na prática