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SELTRIVAInteligência para controle de produtos e redução de perdas

Sistema de Prevenção de Perdas

Prevenção de perdas para supermercados: o que é e por que a maioria só descobre o tamanho do problema tarde demais

Prevenção de perdas não é a mesma coisa que controle de perdas. Controlar perda é registrar o que já virou prejuízo — geralmente no inventário mensal, quando não há mais nada a fazer. Prevenir é identificar o produto em risco antes de ele vencer, estragar ou virar uma quebra que ninguém vê chegar.

Por que a perda por validade pesa tanto

Segundo a Pesquisa de Eficiência Operacional 2026 da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), apresentada no Smart Market 2026, a quebra operacional respondeu por 62% da composição das perdas das empresas pesquisadas — e, dentro desse grupo, problemas relacionados ao prazo de validade passaram de 37% para 41% das ocorrências. Ou seja: a maior fatia de uma perda que já é a maior fatia do problema.

Isso acontece porque validade é um problema de tempo, não de estoque. Um produto não vence de uma vez — ele passa por uma janela em que ainda pode ser vendido, rebaixado ou remanejado antes de virar perda total. O problema é que, sem um sistema acompanhando essa janela produto a produto, filial a filial, ninguém enxerga o risco a tempo de agir. A perda só aparece quando já aconteceu.

O que muda com um sistema de prevenção

Um sistema de prevenção de perdas como o Seltriva parte de um princípio simples: registrar a validade de cada produto assim que ele chega, ou assim que um operador faz a coleta em loja, e transformar essa data numa janela de risco visível para quem precisa agir — o operador que está no corredor, o gerente que decide a rebaixa, o comprador que precisa saber se está pedindo demais de um produto que sempre sobra.

Isso muda o fluxo de trabalho de reativo para preventivo:

  • o operador registra a validade no momento da coleta, direto no celular, mesmo sem internet no depósito;
  • o sistema classifica o risco por janela de vencimento — de semanas de antecedência até o dia;
  • a equipe certa recebe o alerta certo, sem precisar caçar informação em planilha;
  • a decisão de rebaixa é recomendada com base no histórico real daquele produto naquela loja — nunca um percentual fixo aplicado a tudo.

Prevenção não é só sobre validade

Nem toda perda em supermercado tem data de vencimento. Frutas, legumes e verduras estragam sem uma validade impressa na embalagem — e por isso precisam de um tratamento diferente, não uma adaptação forçada do mesmo processo (veja perdas FLV e por que elas são diferentes). Quando a perda já está identificada e não dá mais para evitar a saída do produto, a ferramenta certa é reduzir o preço antes que ele vire quebra total — o que também precisa de processo, não de decisão solta no balcão (veja como funciona a rebaixa de produtos).

Da loja única à rede com dezenas de filiais

O tamanho da operação muda a escala do problema, não a natureza dele. Numa loja única, a perda por validade é dinheiro saindo do caixa que o dono sente diretamente. Numa rede, a mesma perda multiplicada por dezenas de filiais vira um número que só aparece consolidado — e que, sem visibilidade por loja, é quase impossível saber onde cortar. Um sistema de prevenção de perdas precisa funcionar nas duas pontas: simples o bastante para o operador de uma loja de bairro usar no primeiro dia, e consolidado o bastante para a diretoria de uma rede enxergar onde a perda está concentrada.

Quer ver como isso funciona na sua operação?